segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Barcelona.... música de Giulia y Tellarinis

Boa noite. Dia interessante depois de uma longa noite de confusão mental e desabafo interno.
Incrível como a minha forma otimista e colorida de ver o mundo faz com que coisas horríveis que estejam acontecendo comigo se transforme em algo bom. Aliás, tenho orgulho de ser assim. Estou falando de saber tirar proveito dos momentos ruins....Agora, um horrível. Mas "calma", diz a vozinha do ser uma pessoa melhor la dentro de mim, "vai passar"...
E sempre passa né.....
Aproveitei o tanto de tempo estou ficando em casa, acolhida na minha caminha, pra ver filmes lindos. Filmes que eu adoro e que sempre me fazem refletir. Além de alguns mais comerciais tb que estava com curiosidade há algum tempo.
Hj foi noite de "Vicky Cristina Barcelona", de Woody Allen. Havia algum tempo que queria assistir este filme denovo. Pois, já que agora conheço a cidade onde foi rodado, seria interessante ver o filme outra vez né. E me apaixonei à "segunda vista" (detalhe na confusão de sentidos...hehehe) pela música tema.
Me identifiquei muito com ela, claro! Pois amo Barcelona! A energia que essa cidade tem, acredito que poucas no mundo deve ter. E  eu, que desde o dia que pisei aqui, me senti em casa, resolvi postá-la. Com muito carinho apresento.... Barcelona, de Guilia y Los Tellarini.


 

Barcelona

Por qué tanto perderse
tanto buscarse, sin encontrarse.
Me encierran los muros de todas partes.
Barcelona

Te estás equivocando
no puedes seguir inventando
que el mundo sea otra cosa
y volar como mariposa.
Barcelona

Hace un calor que me deja
fría por dentro
con este vicio de vivir mintiendo
que bonito sería tu mar
si supiera yo nadar.
Barcelona

Mi mente tan llena
de cara de gente extranjera,
conocida, desconocida
he vuelto a ser transparente.
No existo más.
Barcelona

Siendo esposa de tus ruidos
tu laberinto extrovertido
no he encontrado la razón
por qué me duele el corazón

Porque es tan fuerte
que solo podré vivirte
en la distancia y escribirte
una canción.
Te quiero, Barcelona

Ella tiene el poder.
Barcelona es poderosa.

Caso não sejam (sejem pra Lets! hehehe) poliglota igual a mim ...hihihihi.... aqui tb tem a traduçãoo. (olha eu me gabando das minhas 3 línguas, onde duas são mal faladas pra caramba! putz! Isso que é confusãoo mental!)

Um beijo pra todos! Não posso mais...minha cabeça ta fazendo uns negócios estranhos, hora de ficar quietinha outra vez. Mamãe, não é nada! Tudo normal.... não fica preocupada não...

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Primeiro filho (da irmã) ...Isabela!


Gente, não estou me aguentando de vontade, curiosidade, amor, tudo junto!!!! Todos estes sentimentos juntos é por causa da minha sobrinha (afilhada, eim?eim?eim?). Não vejo a hora de vê-la! Como dizem as meninas (tudibom), já amo demais!
Normal né...é reflexo do amor que tenho pela Tá e do carinho que tenho pelo Rafa. 

É nois queiroisssss!

E como ando pensando nisso mais que o normal, andei pesquisando algumas coisas na Internet. Achei um texto interessante de uma Terapeura familar.... mira:


A vinda do primeiro filho

Mudanças na Vida do Casal
Como evitar que as dificuldades naturais desta etapa influenciem negativamente a vida da futura família que se inaugura?
Parece haver um consenso, pelo menos por parte daqueles que já passaram pela experiência, de que a chegada do primeiro filho mobiliza muito mais do que a dos outros que vêm a seguir. Trata-se de uma mudança de status radical na vida do casal. Eles dão um salto para uma nova etapa do seu desenvolvimento e avançam uma geração.
Inaugura-se um nova família: Homem e mulher têm novos papéis a desempenhar e novas responsabilidades a assumir como pai e mãe. Deixam de ser cuidados pela geração mais velha, para serem cuidadores de uma geração mais jovem.
No entanto, não é somente a vida do casal que passa por transformações. Toda a família de origem também acompanha este processo. Há uma grande movimentação no campo emocional e todos mudam de status. Cada qual tem um novo papel a exercer. Quem não era, agora passa a ser avô, avó, tio, tia, etc...
Neste meio tempo, surge a necessidade do casal se organizar para encarar as demandas da nova etapa.
Ouvimos normalmente as pessoas falarem sobre chá de bebê, quarto, berço e tantas outras providências práticas. No entanto, raramente ouvimos sobre as tarefas familiares que o casal tem a cumprir para ultrapassar esta etapa com sucesso e que são fundamentais para estruturar as bases do relacionamento da nova família, permitindo um desenvolvimento sadio aos seus membros. Vamos a elas:
  • para a chegada da criança o casal precisará abrir espaço tanto físico, na casa onde mora, quanto emocional, no seu relacionamento, que antes era a dois. Isto significa que homem e mulher deverão cuidar de equilibrar, dentro do possível, seus papéis como pai e mãe, marido e mulher, companheiros, amigos, parentes, etc. Mas ainda deverão cuidar muito bem das fronteiras da nova família: como são principiantes, todos se sentem no direito de invadir e dar palpites. O retorno a casa, depois do nascimento do bebê, é delicado. No período em que deveriam ter mais sossego é que recebem o maior número de visitas, com mil conselhos e opiniões de como devem fazer isto ou aquilo. Durante estas visitas, muitas vezes pais e bebê ficam estressados, mas quem acaba expressando esse incômodo é o bebê, através do seu choro desenfreado. É até surpreendente quando, depois da saída da última visita e com a volta ao clima de tranqüilidade da casa, ele milagrosamente pára de chorar.
  • não existe manual que ensine como ser pai e como ser mãe. Cada um dos pais viverá, ao seu tempo e ao seu modo, a oportunidade ímpar de desenvolver este aprendizado através da construção da relação com o próprio filho. Deverão aprender a colocar limites e a exercer a autoridade necessária. O casal deverá tomar cuidado para não criticar um ao outro, ou mesmo influenciar na construção da relação que, no caso de pai/filho e mãe/filho, é tão somente a dois; deverá abrir espaço e tempo para intimidade entre as díades pai/filho, mãe/filho, homem/mulher, e também para o grupo pai, mãe e filho como família. Cada um dos membros aprenderá sobre esta noção de fronteiras das relações e aprenderá a respeitar seus limites. É como se fosse uma dança que flui, individual, a dois, a três, e até em ciranda de grupo, quando estão com as famílias de origem.
  • tanto o homem quanto a mulher trazem de suas famílias de origem um modelo de educação que envolve hábitos, comportamentos, atitudes, cultura, etc. Podemos dizer que este modelo que cada um traz consigo forma uma bagagem de vida, que a todo e qualquer momento deve ser revista conjuntamente, pois são muito diferentes uma da outra. Quando os dois conseguem perceber e aproveitar o que há de melhor em cada uma das duas bagagens para formarem uma terceira, passam a não ter mais necessidade de disputar sobre qual é aquela que educa melhor, se a do homem ou a da mulher. E aí sim, os dois estarão construindo o modelo da sua nova família, para através da sua cumplicidade, dar o melhor e mais precioso presente para seu filho: uma referência única para que ele se sinta seguro e siga o caminho do seu desenvolvimento de maneira saudável.
Apresentamos, a seguir, as tarefas das famílias de origem. Por que não? Se elas também são influenciadas com a chegada do bebê, nada mais justo do que cumpram algumas tarefas, muito simples de se descrever, porém muito difíceis, sob o ponto de vista de cada um dos envolvidos, de se executar. Vamos a elas:
  • cabe aos avós passarem para uma posição secundária, de maneira a permitir que seus filhos, agora pais, exercitem a principal autoridade paterna e materna, ou seja, respeitar as fronteiras do casal, na qualidade de pais, e da nova família.
  • cabe aos avós, irmãos, tios e primos dos novos pais estabelecerem uma relação carinhosa com a criança, fazendo parte deste período de transição em que a intimidade é permitida, porém, sem a carga de responsabilidade que a paternidade/maternidade requerem.(sou eu!!!!!!)
Portanto, é fundamental que o casal se organize e se adapte às novas circunstâncias desta etapa, para atingir o equilíbrio necessário ao desenvolvimento saudável da nova família. Se surgirem dificuldades, há que se buscar a orientação e os serviços de um profissional especializado.

Ana Silvia Teixeira
Terapeuta de Família
 (http://guiadobebe.uol.com.br)

Tá, vi um monte de roupinha pra Isa na rua ontem, quase morri do coração de imaginar vc segurando uma Talitinha misturada com Rafael dentro daquelas roupas de gente grande em miniatura!!! Ah não, não vejo a hora dessa mininininininininininiha sair da casinha!!! A DINDINHA aqui (eim?eim?eim?) vai mimar demais essa coisinha!

a Tá! Linda né!

ah, mais uma dica: 

Na maternidade... 
Anti-estresse - Quando estiver indo para a maternidade, coloque na mala uma bolinha de borracha (conhecidas como "bolas anti-estresse") para ficar apertando na hora das contrações. Uma bola de tênis velha (já macia) ou mesmo meio rolo de papel higiênico também servem. Se quiser "descontar" a dor no parceiro, aperte seu braço, e não suas mãos (pode machucar seus dedos). 
O pai - Há muitas coisas que o parceiro pode fazer antes dos momentos finais: massagear seus ombros e pés, ajudar a mudar de posição ou simplesmente conversar. Isso relaxa bastante. 
Seios - Pode parecer nonsense, mas brincar com os mamilos pode facilitar as contrações. O toque estimula a produção de oxitocina, um hormônio natural que é produzido durante o sexo e também durante as contrações. 
Alimentação - Não há regras rígidas sobre como se alimentar e ingerir líquidos na maternidade. Mas fazer as duas coisas com frequência, e aos pouquinhos, sempre funciona melhor.  
Cócoras - Agachar-se ou ficar de cócoras enquanto dá à luz pode ajudar a aumentar o diâmetro da pélvis de um a dois centímetros -o que faz uma grande diferença.  
Ombros - Os ombros do bebê podem ser deslocados durante o parto (normal). Preste sempre atenção às orientações do obstetra, já que ele pode precisar movimentar a criança para evitar que isso aconteça.  
Visitas - As visitas na maternidade devem ser rápidas. Quando for amamentar o bebê, peça para as visitas saírem do quarto. Nessa hora, é importante ficar a sós e não dispersar sua atenção.
(www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u406.shtml)


Pra finalizar, a Belinha! Linda né? Já consigo ver os olhos verdes "by Rafa" dela!!! hihihi, se nao tiver tb nao tem problema, é linda do mesmo jeito!

Um beijo enorme pra todos.


Mussum

Eu decidi fazer um post em homenagem ao humorista Mussum.

Pq?
Por três motivos.
Um, a Tainá comentou comigo uma vez que o Catalão (língua falada aqui na Catalunha.) foi baseada no jeito de falar do Mussum. hehe. Isso pq tem muitas palavras que terminam com "sssss" igual ele falava. E por isso, lembro sempre dele depois que mudei pra cá.
Dois, pq eu sempre adorei ele mas nunca mais na minha vida tinha pensado em ver um episódio dos Trapalhões novamente (é que eu nasci primeiro que a Internet. Naquela época que fazia trabalho de escola pesquisando na Barsa que o amiguinho legal tinha. Minha cabeça ainda não consegue processar todas as possibilidades de ser feliz com essa facilitadora foda que temos hj. Eu esqueço que há mil vídeos da minha época disponíveis no YouTube por exemplo...).
Três, pq vi alguns vídeos há alguns dias atrás e quase chorei de rir!! Que delicia!
Ahhh, tem mais uma... eu amo as frases dele. Normalmente (sempre) são de adoração ao "Mé" ...."Pq o Álquis é o pior inimiguis do homis. E homis que foge do inimiguis é covardis". Né Letícia?!?!?!?!? hahahahahaha Chorei! hahaha

Viva o Antonio Carlos Bernardes Gomes, vulgo Mussum!!!!!!!!!!!!!!!

Pra matar a saudade..... Mussum tomando leite :)



Um beijo enorme pra todos...Feliz ANO NOVO!!! Estou de volta ao Blog... :)

Ah, um beijo especial pra Tia Mariangela que está sempre deixando recadinhos pra mim....